1. Princípio central
A LENIA foi criada para ampliar clareza e autonomia, não para decidir pela pessoa. O produto deve ajudar o usuário a enxergar alternativas, organizar contexto e refletir com mais qualidade, preservando agência humana.
Princípios de agência humana, segurança, privacidade, acessibilidade e uso responsável de IA.
A LENIA foi criada para ampliar clareza e autonomia, não para decidir pela pessoa. O produto deve ajudar o usuário a enxergar alternativas, organizar contexto e refletir com mais qualidade, preservando agência humana.
O design evita apresentar a IA como autoridade absoluta. Respostas podem estar erradas e o produto não deve substituir profissionais habilitados em saúde, psicologia, direito, finanças ou situações de emergência.
Psicologia, Filosofia, Meditação, Espiritualidade e Fé são usadas como perspectivas diferentes para reflexão. A LENIA não deve transformar essas Lentes em diagnóstico, identidade fixa ou afirmação universal de crença.
Recursos como memória, voz e câmera devem ter propósito claro e controles explícitos. A câmera é opcional e o contexto visual deve ser efêmero por padrão. O produto deve limitar coleta e retenção ao necessário para a experiência e para a segurança.
A experiência busca linguagem clara, tipografia legível, opções de idioma e interfaces de baixo atrito. A evolução do produto deve considerar diferentes idades, habilidades, contextos culturais e condições de acesso, evitando excluir usuários por complexidade desnecessária.
Planos podem limitar espaço de uso e recursos intensivos, mas não devem criar mecânicas de ansiedade, consumo compulsivo ou falsa escassez. A comunicação de preço, trial e limites deve ser compreensível e verificável.
Impacto social não é uma página estática. À medida que a LENIA cresce, métricas de segurança, qualidade, acessibilidade e reclamações devem orientar melhorias no produto, na documentação e nos controles do usuário.
Principles for human agency, safety, privacy, accessibility and responsible AI use.
LENIA is designed to increase clarity and autonomy, not to make decisions for a person. The product should help users see alternatives, organize context and reflect more effectively while preserving human agency.
The design avoids presenting AI as an absolute authority. Responses may be wrong, and the product should not replace qualified professionals in health, psychology, law, finance or emergency situations.
Psychology, Philosophy, Meditation, Spirituality and Faith are used as different perspectives for reflection. LENIA should not turn these Lenses into diagnosis, fixed identity or universal claims of belief.
Features such as memory, voice and camera should have a clear purpose and explicit controls. Camera use is optional and visual context should be ephemeral by default. The product should limit collection and retention to what is needed for the experience and security.
The experience aims for clear language, readable typography, language options and low-friction interfaces. Product evolution should consider different ages, abilities, cultural contexts and access conditions, avoiding exclusion through unnecessary complexity.
Plans may limit usage space and intensive features, but should not create anxiety mechanics, compulsive consumption or false scarcity. Pricing, trial and usage-limit communication should be understandable and verifiable.
Social impact is not a static page. As LENIA grows, safety, quality, accessibility and complaint metrics should guide improvements to the product, documentation and user controls.